Estou encurralada.
Não há janelas e a única porta que existe encontra-se trancada a 7 chaves.
Debato-me para me conseguir libertar mas de nada vale. Grito mas ninguém me pode ouvir.
Os segundos passam, minutos, horas. Perco as forças. Fixo o olhar na única vela que ilumina a sala. Em breve também ela se cansara, também perderá a esperança, abandonar-me-á na escuridão.
Fixo a sala nos seus últimos segundos de luz. Por fim, quando a vela estava a escassos momentos de se extinguir, fecho os olhos. “É o fim.” Condenada a morrer de fome ou talvez de solidão. Então eu aguardo. Mas segundos passam… Um minuto, dois. Tenho medo de abrir os olhos, de ser apanhada pelo pânico. Mas então, de olhos fechados, consigo ver alguma claridade do exterior. A medo, abro um olho, e a seguir outro. De inicio pensei que talvez tivesse calculado mal, a vela ainda permanecesse acesa mais uns momentos. Mas ela estava apagada. Então percebo que havia outra fonte de luz. Uma falha no chão da sala, por onde entrava a luz do sol mas não podia ter certezas pois não sabia se ainda seria capaz de reconhecer o próprio sol. E agarrando-me aquele raio de esperança, arrastei-me até ele. Por momentos não consegui ver nada. Talvez tivesse enlouquecido e a sala estivesse tão escura como seria esperado. Mas então, aos poucos, comecei a ver. Outra sala. Mas não era uma sala qualquer, era a sala mais luminosa que alguma vez tinha visto. E então, voltei a debater-me, com todas as minhas forças, que já não eram muitas, para me libertar.
Não há janelas e a única porta que existe encontra-se trancada a 7 chaves.
Debato-me para me conseguir libertar mas de nada vale. Grito mas ninguém me pode ouvir.
Os segundos passam, minutos, horas. Perco as forças. Fixo o olhar na única vela que ilumina a sala. Em breve também ela se cansara, também perderá a esperança, abandonar-me-á na escuridão.
Fixo a sala nos seus últimos segundos de luz. Por fim, quando a vela estava a escassos momentos de se extinguir, fecho os olhos. “É o fim.” Condenada a morrer de fome ou talvez de solidão. Então eu aguardo. Mas segundos passam… Um minuto, dois. Tenho medo de abrir os olhos, de ser apanhada pelo pânico. Mas então, de olhos fechados, consigo ver alguma claridade do exterior. A medo, abro um olho, e a seguir outro. De inicio pensei que talvez tivesse calculado mal, a vela ainda permanecesse acesa mais uns momentos. Mas ela estava apagada. Então percebo que havia outra fonte de luz. Uma falha no chão da sala, por onde entrava a luz do sol mas não podia ter certezas pois não sabia se ainda seria capaz de reconhecer o próprio sol. E agarrando-me aquele raio de esperança, arrastei-me até ele. Por momentos não consegui ver nada. Talvez tivesse enlouquecido e a sala estivesse tão escura como seria esperado. Mas então, aos poucos, comecei a ver. Outra sala. Mas não era uma sala qualquer, era a sala mais luminosa que alguma vez tinha visto. E então, voltei a debater-me, com todas as minhas forças, que já não eram muitas, para me libertar.
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